"A sociedade é cruel
por aquilo que não sabe, por aquilo que desconhece
e não procura saber"
Francisco Porto Ribeiro é sócio da Associação
Abraço e colabora como voluntário na Direcção
e na Comissão Executiva desta instituição,
onde assume a responsabilidade pelos serviços
administrativos e financeiros. É também
o principal responsável pelas iniciativas da
Abraço na região norte do país.
Nesta curta entrevista à Página, explica-nos
porque razão considera que ainda se mantém
a “ignorância social” sobre este assunto
e porque acusa a classe política de querer continuar
a “negar a realidade”.
Francisco Porto Ribeiro, da Associação
Abraço, traça retrato crítico
Temas: sociedade saúde doenças portugal
canadá
SIDA: Abraço anuncia rede de ONG de língua portuguesa
para apoiar doentes
Toronto,
Canadá, 17 Ago (Lusa) - A associação Abraço vai integrar
uma rede de Organizações Não Governamentais (ONG) de
língua portuguesa de apoio à luta contra a SIDA, disse
hoje à Agência Lusa, Margarida Martins, dirigente da
organização. Segundo Margarida Martins, que participa em
representação da Abraço na 16ª.conferência Internacional
da SIDA a decorrer em Toronto, a rede a ser criada é o
corolário da primeira reunião, realizada terça-feira no
âmbito da conferência, de um grupo de trabalho de ONG com
representantes de associações de Portugal, Brasil e dos
cinco países africanos de língua portuguesa (PALOP)...
Comunicado de imprensa conjunto das associações de VIH /SIDA, em portugal
Agradece-se a divulgação deste documento
No seguimento das recentes declarações do senhor Professor Doutor Henrique de Barros, Coordenador Nacional pela Infecção do VIH/SIDA (CNIVIH), em Portugal, largamente divulgadas nos órgãos de comunicação social (fonte Agência Lusa e Diário Digital, entre outros, de 08-10-2006), algumas organizações portuguesas, Não Governamentais, como é o caso da ABRAÇO, da Fundação Portuguesa Comunidade Contra a SIDA, do GADS, da Liga Portuguesa Contra a SIDA, do POSITIVO e da SOL e, que se encontram no terreno há muitos anos, sentiram necessidade de se reunirem para, em conjunto e de uma forma concertada, tomarem uma posição perante a CNIVIH e sociedade actual, face à realidade sentida.